quinta-feira, 9 de julho de 2009

Reflexão


Após dois meses de ausência, estou de volta com a mesma garra e motivação que sempre demonstrei, hoje escrevo, de forma a poder vos demonstrar o que me vai na alma.

Os novos desafios que surgem na gestão das autarquias, particularmente as novas tecnologias, assumem um papel de extrema importância e para quem pensa (sim porque há muita gente que ainda pensa assim) que a gestão que se realiza nos dias de hoje é igual à de quatro ou cinco anos atrás, está bem enganado, porque desde os recenseamentos eleitorais, às candidaturas do Centro de Emprego, às candidaturas dos programas do governo (ex. programas de modernização administrativa), até à própria actualização do cadastro do cemitério, exige uma formação de outro nível e o sistemático acompanhamento das novas tecnologias, sem estas duas condições, o bom trabalho em prol das nossas populações será posto em causa e quem irá sofrer as consequências, serão sempre as populações. Para que isso não aconteça, as pessoas tem de ser selectivas e responsáveis na hora de votar, devendo votar sob consciência que estamos a fazer o melhor para a nossa freguesia.

Outro assunto que quero que reflictam está associado às relações institucionais, nomeadamente com a Câmara Municipal e Assembleia Municipal, face a estas, devemos (Junta de Freguesia e Presidente) ter uma atitude de confronto e de exigência, pois apenas assim, poderemos demonstrar o nosso empenho e dedicação pela nossa freguesia. Nestes últimos 16 anos, nunca um presidente da junta de freguesia do Souto realizou tantas intervenções na Assembleia Municipal como eu, a última realizada, teve resultado imediato, fruto da pressão, da exigência e da persistência que um autarca que se preze deve ter sempre, essa intervenção, era sobre o estado da sinalização da freguesia do Souto, na qual entreguei enumeras fotografias de sinalização deteriorada ao Dr. Jorge Lacão (Presidente da Assembleia Municipal) e fiz chegar a um jornal distrital, “O Ribatejo”, uma foto denúncia de uma placa de identificação deteriorada da localidade da Ribeira da Brunheta. A forma como foi idealizada a intervenção não deu hipótese de fuga ainda mais com conhecimento da comunicação social, após uma semana, fui contactado por um técnico da câmara para marcar uma reunião a fim de estruturarmos a revisão sinalética na Freguesia do Souto e actualmente já foi aprovada essa revisão em reunião de câmara. Este exemplo, serve para demonstrar que devemos ser reivindicativos e apresentar nos locais certos o nosso descontentamento, neste caso concreto, à mais de três anos que ansiávamos uma resposta a qual apareceu devido à persistência e empenho deste executivo.

A inércia que existia em executivos anteriores não pode nem deve reaparecer novamente sob a forma de “os salvadores” e os outros que vem de mansinho, que parece que não fazem mal a ninguém e que parece que só querem o nosso bem, cuidado com eles, porque esses mesmos, apenas querem intrigas, apenas deturpam a verdade e não são mais do que meros artistas que querem ter mediatismo e as luzes da ribalta, e o trabalho que fique para os outros!

Termino com uma citação, a qual me deixa tranquilo porque sei o que faço e sou humilde o suficiente para reconhecer os meus erros, face a isto, segundo o Rei Salomão “ As pessoas direitas são guiadas pela honestidade! Já a maldade dos falsos é a sua própria desgraça.”

Abraço

Diogo Valentim